Logomarca
Telefax:
(71) 3245-2882
(71) 3235-6344

Horários de cultos:
Domingo: 9:30 h e 18 h
Quarta-feira: 19:30
No que cremos

DE DEUS E DA SANTÍSSIMA TRINDADE

I. Há um só Deus vivo e verdadeiro, o qual é infinito em seu ser e perfeições. Ele é um espírito puríssimo, invisível, sem corpo, membros ou paixões; é imutável, imenso, eterno, incompreensível, - onipotente, onisciente, santíssimo, completamente livre e absoluto, fazendo tudo para a sua própria glória e segundo o conselho da sua própria vontade, que é reta e imutável. É cheio de amor, é gracioso, misericordioso, longânimo, muito bondoso e verdadeiro remunerador dos que o buscam e, contudo, justíssimo e terrível em seus juizos, pois odeia todo o pecado; de modo algum terá por inocente o culpado.

Ref. Deut. 6:4; I Cor. 8:4, 6; I Tess. 1:9; Jer. 10:10; Jó 11:79; Jó 26:14; João 6:24; I Tim. 1:17; Deut. 4:15-16; Luc. 24:39; At. 14:11, 15; Tiago 1:17; I Reis 8:27; Sal. 92:2; Sal. 145:3; Gen. 17:1; Rom. 16:27; Isa. 6:3; Sal. 115:3; Exo3:14; Ef. 1:11; Prov. 16:4; Rom. 11:36; Apoc. 4:11; I João 4:8; Exo. 36:6-7; Heb. 11:6; Nee. 9:32-33; Sal. 5:5-6; Naum 1:2-3.

II. Deus tem em si mesmo, e de si mesmo, toda a vida, glória, bondade e bem-aventurança. Ele é todo suficiente em si e para si, pois não precisa das criaturas que trouxe à existência, não deriva delas glória alguma, mas somente manifesta a sua glória nelas, por elas, para elas e sobre elas. Ele é a única origem de todo o ser; dele, por ele e para ele são todas as coisas e sobre elas tem ele soberano domínio para fazer com elas, para elas e sobre elas tudo quanto quiser. Todas as coisas estão patentes e manifestas diante dele; o seu saber é infinito, infalível e independente da criatura, de sorte que para ele nada é contingente ou incerto. Ele é santíssimo em todos os seus conselhos, em todas as suas obras e em todos os seus preceitos. Da parte dos anjos e dos homens e de qualquer outra criatura lhe são devidos todo o culto, todo o serviço e obediência, que ele há por bem requerer deles.

Ref. João 5:26; At. 7:2; Sal. 119:68; I Tim. 6: 15; At - . 17:24-25; Rom. 11:36; Apoc. 4:11; Heb. 4:13; Rom. 11:33-34; At. 15:18; Prov. 15:3; Sal. 145-17; Apoc. 5: 12-14.

III. Na unidade da Divindade há três pessoas de uma mesma substância, poder e eternidade - Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo, O Pai não é de ninguém - não é nem gerado, nem procedente; o Filho é eternamente gerado do Pai; o Espírito Santo é eternamente procedente do Pai e do Filho.

 Ref. Mat. 3:16-17; 28-19; II Cor. 13:14; João 1:14, 18 e 15:26; Gal. 4:6.

DE CRISTO O MEDIADOR

I. Aprouve a Deus em seu eterno propósito, escolher e ordenar o Senhor Jesus, seu Filho
Unigênito, para ser o Mediador entre Deus e o homem, o Profeta, Sacerdote e Rei, o Cabeça e
Salvador de sua Igreja, o Herdeiro de todas as coisas e o Juiz do Mundo; e deu-lhe desde toda a
eternidade um povo para ser sua semente e para, no tempo devido, ser por ele remido, chamado,
justificado, santificado e glorificado.
 Ref. Isa. 42: 1; I Ped. 1: 19-20; I Tim. 2:5; João 3:16; Deut. 18:15; At. 3:20-22; Heb.  5:5-6; Isa.
 9:6-7; Luc. 1:33; Heb. 1:2; Ef. 5:23; At. 17:31; II Cor.5:10; João 17:6; Ef.  1:4; I Tim. 2:56; I Cor.
 
1:30; Rom.8:30.
II. O Filho de Deus, a Segunda Pessoa da Trindade, sendo verdadeiro e eterno Deus, da mesma
substância do Pai e igual a ele, quando chegou o cumprimento do tempo, tomou sobre si a natureza
humana com todas as suas propriedades essenciais e enfermidades comuns, contudo sem pecado,
sendo concebido pelo poder do Espírito Santo no ventre da Virgem Maria e da substância dela.  As
duas naturezas, inteiras, perfeitas e distintas - a Divindade e a humanidade - foram
inseparavelmente unidas em uma só pessoa, sem conversão composição ou confusão; essa pessoa é
verdadeiro Deus e verdadeiro homem, porém, um só Cristo, o único Mediador entre Deus e o
homem.

 Ref.  João 1:1,14; I João 5:20; Fil. 2:6; Gal. 4:4; Heb. 2:14, 17 e 4:15; Luc.  1:27, 31, 35; Mat. 
 16:16; Col. 2:9; Rom. 9:5; Rom.  1:3-4; I Tim. 2:5.

III. O Senhor Jesus, em sua natureza humana unida à divina, foi santificado e sem medida
ungido com o Espírito Santo tendo em si todos os tesouros de sabedoria e ciência.  Aprouve ao Pai
que nele habitasse toda a plenitude, a fim de que, sendo santo, inocente, incontaminado e cheio de
graça e verdade, estivesse perfeitamente preparado para exercer o ofício de Mediador e Fiador.
Este ofício ele não tomou para si, mas para ele foi chamado pelo Pai, que lhe pôs nas mãos todo o
poder e todo o juízo e lhe ordenou que os exercesse.
 Ref.  Sal. 45:5; João 3:34; Heb.  1:8-9; Col. 2:3, e 1:9; Heb. 7:26; João 1: 14; At. 10:38; Heb.
 12:24, e 5:4-5; João 5:22, 27; Mat. 28:18.
IV. Este ofício o Senhor Jesus empreendeu mui voluntariamente.  Para que pudesse exercê-lo,
foi feito sujeito à lei, que ele cumpriu perfeitamente; padeceu imediatamente em sua alma os mais
cruéis tormentos e em seu corpo os mais penosos sofrimentos; foi crucificado e morreu; foi
sepultado e ficou sob o poder da morte, mas não viu a corrupção; ao terceiro dia ressuscitou dos
mortos com o mesmo corpo com que tinha padecido; com esse corpo subiu ao céu, onde está
sentado à destra do Pai, fazendo intercessão; de lá voltará no fim do mundo para julgar os homens e
os anjos.
 Ref.   Sal. 40:7-8; Heb.  10:5-6; João 4:34: Fil. 2-8; Gal. 4:4; Mat. 3:15 e 5:17; Mat. 26:37-38;
 Luc.22:24; Mat. 27.46; Fil 2:8; At. 2:24, 27 e 13:37; I Cor.15:4; João 20:25-27; Luc. 24:50-51;  II
 Ped. 3:22; Rom. 8:34; Heb. 7:25; Rom. 14:10: At.  1:11,  João5:28-29; Mat. 13:40-42.
V. O Senhor Jesus, pela sua perfeita obediência e pelo sacrifício de si mesmo, sacrifício que
pelo Eterno Espírito, ele ofereceu a Deus uma só vez, satisfez plenamente à justiça do Pai. e para
todos aqueles que o Pai lhe deu adquiriu não só a reconciliação, como também uma herança
perdurável no Reino dos Céus.
 Ref.  Rom.  5: 19 e :25-26; Heb.  10: 14; Ef.  1: 11, 14; Col.1:20; II Cor.5: 18; 20; João 17:2;
 Heb.9:12,15.
VI. Ainda que a obra da redenção não foi realmente cumprida por Cristo senão depois da sua
encarnação; contudo a virtude, a eficácia e os benefícios dela, em todas as épocas sucessivamente
desde o princípio do mundo, foram comunicados aos eleitos naquelas promessas, tipos e sacrifícios,
pelos quais ele foi revelado e significado como a semente da mulher que devia esmagar a cabeça da
serpente, como o cordeiro morto desde o princípio do mundo, sendo o mesmo ontem, hoje e para
sempre.
 Ref.  Gal. 4:45; Gen. 3:15; Heb. 3:8.
VII.  Cristo, na obra da mediação, age de conformidade com as suas duas naturezas, fazendo cada
natureza o que lhe é próprio: contudo, em razão da unidade da pessoa, o que é próprio de uma
natureza é às vezes, na Escritura, atribuído à pessoa denominada pela outra natureza.
 Ref.  João 10:17-l8; I Ped. 3:18; Heb. 9:14; At. 20:28; João3:13
VIII. Cristo, com toda a certeza e eficazmente aplica e comunica a salvação a todos aqueles para
os quais ele a adquiriu. Isto ele consegue, fazendo intercessão por eles e revelando-lhes na palavra e
pela palavra os mistérios da salvação, persuadindo-os eficazmente pelo seu Espírito a crer e a
obedecer, dirigindo os corações deles pela sua palavra e pelo seu onipotente poder e sabedoria, da
maneira e pelos meios mais conformes com a sua admirável e inescrutável dispensação.

 Ref.  João 6:37; 39 e10:15-16; I João 2:1; João 15:15; Ef. 1:9; João 17:6; II Cor. 4:13; Rom. 8:9,
 14 e 15:18-19; João 17:17; Sal. 90:1; I Cor.  15: 25-26; Col. 2:15; Luc. 10: 19.


Acesse:

Bíblia online para consulta dos textos bíblicos acima:

http://www.bibliaonline.com.br/


A Confissão de Fé de Westminster na Integra:
http://www.ipb.org.br/quem_somos/pdf/confissao_fe.pdf



Boletim
Número 10
Data: 10/03/2012
Clique para baixar

Livros interessantes


Crer É Tambem Pensar

Qual é o lugar da mente na vida do cristão iluminado pelo Espírito Santo? O autor defende que vivemos uma época de anti-intelectualismo. Isso se verifica particularmente em três ênfases que a igreja pode assumir: No ritual e na correta conduta – mais percebido entre os católicos; No radicalismo dos liberais da ação social – teologia liberal; Na supervalorização da experiência – percebido entre os neopentecostais. Um cristianismo de mente vazia significa miséria e ameaça ao próprio cristianismo.Qual é o lugar da mente na vida do cristão iluminado pelo Espírito Santo? Deus nos criou seres racionais; será justo negarmos a humanidade que Ele nos deu? Deus conosco se comunicou; não procuraremos entender suas palavras? Deus renovou nossa mente por intermédio de Cristo; não faremos uso dela? Temos de orar e temos de estudar.
Mapa

Veja como chegar na igreja Simples Comunicação